Desembrulhando os Presentes nos Corações...
Precisamos desenvolver o potencial secreto que habita em cada um de nós, aquele maravilhoso potencial de Luz, para que aumentem os nossos momentos maravilhosos e diminuam os nossos momentos horrorosos; para que, cada vez mais, nossa Luz possa ampliar-se, e nós possamos ser felizes - mesmo
aqui e agora, com todos os problemas, com todas as pressões e limitações -, mesmo assim, possamos estar contentes e ser maravilhosos, em Espírito e Verdade... Felizes, por estado de consciência e, de dentro para fora, irradiando aquela simpatia, aquela Luz, aquele Amor, aquele discernimento.
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O que faz os Seres de Luz se aproximarem de cada um de nós são os presentes luminosos depositados em nossos caminhos. Só nos resta, agora, desembrulharmos estes pacotes luminosos, para vermos a Luz que sai dali.
E também nos resta desembrulharmos os nossos corações daquelas tramas emocionais inúteis, daquelas emoções pesadas, que nada fazem de bom.
Precisamos desempacotar a Luz em nossos corações; desempacotar o pacote da ignorância que prende o nosso discernimento; e desempacotar a nossa má vontade em vencer e aprender as lições que a vida apresenta.
Precisamos desempacotar esse imenso pacote que está em nós, tirarmos as amarras inferiores, para que aquela coisa maravilhosa, que já existe em nós, possa se abrir e fluir... E, então, nós também nos manifestaremos como Seres de Luz, como está destinado a cada um de nós, seja hoje, na próxima vida, em outro plano, em outro orbe, e em qualquer lugar.
Está destinado a cada um de nós a felicidade e a Luz, e isso já existe dentro de nós mesmos, esperando apenas que nós possamos abrir os pacotes luminosos.
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Muitas vezes, o plano espiritual se utiliza de ferramentas diferentes para comunicar as ideias universais aos homens, seja pela palavra de outro ser humano, ou pela música inspirada; ou, ainda, por ondas de energias sutis, que varrem o ambiente, limpando a poeira psíquica de nossos egos e dando toques sutis nos chacras***.
Há também a presença daqueles companheiros espirituais que, durante um tempo, foram nossos parentes e amigos aqui na Terra e que partiram para outros planos, bem vivos. Eles vêm em seus corpos luminosos e se aproximam nos momentos devidos e, aí, surge aquela lembrança deles (lembrança sadia, não lembrança de dor).
Surge a vontade de abraçar, em espírito, a todos eles; como surge, também, a vontade de abraçar a humanidade toda, mesmo aquelas pessoas infelizes e violentas, mesmo aquelas que nos causam mal.
Ao desempacotar os nossos corações, flui essa Luz e, aí, nunca mais será possível odiar alguém... Ah, vamos abrir os pacotes em nossas sendas, humana e espiritual, para sermos felizes, como deve ser.
Texto por Wagner Borges - Dedicado a Huberto Rohden

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